RISE “abre portas” da ciência a jovens estudantes do Porto e Lisboa

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Iniciativas realizadas pelo Laboratório Associado RISE permitem aproximar a investigação e ciência às escolas

No início do mês de maio, o RISE  – Rede de Investigação em Saúde visitou várias escolas nacionais, promovendo o contacto entre os estudantes e a investigação científica desenvolvida nas instituições que integram o Laboratório Associado.

No âmbito da iniciativa “RISE nas Escolas”, a Unidade de Investigação RISE-Health e o Centro Cardiovascular da Universidade de Lisboa (CCUL) dinamizaram atividades dirigidas a estudantes de diferentes níveis de ensino, abordando temas como a neurociência, a dor e a saúde cardiovascular.

No norte do país, as especialistas Sandra Marisa Oliveira e Cláudia Mendes (RISE-Health@RISE/FMUP) dinamizaram a atividade “O Cérebro e a Dor”, uma iniciativa que combinou conteúdos teóricos sobre o sistema nervoso com uma componente prática de contacto com a investigação biomédica.

Depois de assistirem a uma apresentação centrada no sistema nervoso e no papel do cérebro na dor, os estudantes tiveram a oportunidade de observar macroscopicamente o cérebro de um roedor, atividade que facilita a aprendizagem centrada no sistema nervoso.

Em Lisboa, a investigadora Ana Margarida Pinto (CCUL@RISE/FMUL) realizou a atividade “Alimentação e Movimento”, integrada nas iniciativas de sensibilização associadas ao Mês do Coração, celebrado em maio, e que abordou a alimentação equilibrada, da atividade física e da adoção de estilos de vida saudáveis na prevenção da doença cardiovascular, através de uma abordagem prática e interativa que incentivou os estudantes a explorar o papel dos alimentos e das escolhas do dia a dia na saúde do coração, bem como a compreender a relevância da investigação científica na promoção da saúde.

Vale a pena recordar que esta não é a primeira vez que o RISE leva a ciência às escolas. Desde a sua criação, em 2021, o Laboratório Associado tem dinamizado atividades educativas em diferentes regiões do país, dando a conhecer áreas como a neurociência, a fisiologia humana, a investigação biomédica, a promoção da saúde e a prevenção da doença, contribuindo para aproximar a ciência da comunidade escolar e estimular o interesse dos mais jovens pela investigação.